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Sobre saudade
Há dias em que acordamos para o deleite do não saber, do inesperado já acontecido, da invenção do novo. Há dias em que tropeçamos no paralelepípedo da saudade — aquele concreto daquela rua já conhecida, por onde muitas vezes passamos, andamos. E, de repente, sentimos nosso corpo — (trans)passado — pelo passado (atravessado), cheio de vontade de um infinito (des)conhecido. Por que todo gosto de outrora tem vontade própria e quer se arquear sob o poente, como se fosse morar den
Pensar Rizoma
há 5 dias1 min de leitura
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