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Poder de uma ligação
Se você não trabalha com telecomunicações (cada vez mais raro devido aos "robôs"), falar ao telefone (celular) é algo menos comum. Hoje, as trocas de mensagens de texto e o hábito de gravar e enviar áudios se tornaram mais rotineiros. Falar com alguém de maneira quase "à moda antiga" é, praticamente, como escrever e enviar uma carta — algo quase vintage. O tempo era outro quando precisávamos escrever cartas. A espera era atravessada pelo tempo de ir até o local para depositar
Pensar Rizoma
26 de set.3 min de leitura


O esquecer de uma criança
Certa vez, minha esposa me compartilhou uma informação que me deixou a refletir, então decidi compartilhar (claro, com autorização dela). Ela, como tantas e tantas outras pessoas, não se lembra de parte de sua infância. Antes dos 10 anos, não há um registro fiel, a não ser por fotografias e conversas com familiares. Esse tempo morreu para ela e tantas outras pessoas? Esse tempo é ‘morrível’? Como esse tempo morre em nós? Pode-se não lembrar da infância, pode haver a tal amnés
Pensar Rizoma
17 de set.5 min de leitura


Tempo, corpo e clínica psicológica
Tique-taque, tique-taque. Nas engrenagens de um relógio preso no passado ou de outro mergulhado em tecnologia, ou melhor, em instantes de futuro ou atualizações de relógios inteligentes. Tique-taque. Relógio preso no pulso, relógio em cima da cômoda da sala ou relógio do computador. Tique-taque cronometrado. Entre cinquenta minutos e uma hora, há um tempo que não se pode contabilizar nem capturar dentro de uma sessão de psicoterapia. Esse tempo escapa. Escorrega. Transborda
Pensar Rizoma
14 de set.4 min de leitura
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